Cactos

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Nome científico: Cleistocactus samaipatanus
Família: Cactaceae
Características morfológicas:  Planta ereta que pode alcançar até 1,5 metro de comprimento. Os caules, em tom verde vivo, possuem espinhos finos marrom-amarelados. A flor tem cerca de seis centímetros.
Origem: Bolívia.
Ocorrência natural: Regiões tropicais e tropicais de altitude.

Este cacto pertence ao gênero Cleistocactus, em que as plantas são suculentas e caracterizadas por uma haste fina e alongada em forma de coluna. O gênero conta com 50 espécies nativas da América do Sul.

A Cleistocactus samaipatanus possui de 13 a 22 espinhos finos em cada caule, de coloração marrom-amarelada. Além disso, também tem de 14 a 16 arestas.

As flores dos cactos são diurnas (que se abrem durante o dia e se fecham no início da noite) e crescem “coladas” ao caule. O florescimento dos cactos acontece no verão e as flores possuem um formato tubular e curvado, geralmente nas cores vermelha, laranja ou amarela.

A maioria das cactáceas apresenta crescimento muito lento e espinhos que não são venenosos, mas podem machucar. No entanto, para o paisagista Marcelo Belloto, que usa muitos cactos em seus jardins, a versatilidade dos espinhos (grandes e pontiagudos, ou pequeninos e numerosos, formando uma “penugem”) e o formato escultórico são os chamarizes da planta. Os espinhos são a característica fundamental dos cactos: “resquícios” de folhas existentes há centenas de anos, as estruturas são adaptações aos ambientes a fim de diminuir a perda de água. Porém, há exceções, como as espécies Rhipsalis sp, que não apresentam espinhos, mas devem viver protegidas do sol.

Os cactos preferem ficar sob o sol ou em meia sombra. A temperatura mínima para o desenvolvimento desta espécie é de 10º C.

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